Brasil entra no top 3 dos países mais atacados por ransomware — e sua empresa está preparada?
A notícia saiu esta semana: segundo o Acronis Cyberthreats Report, o Brasil acabou de entrar no top 3 dos países mais atacados por ransomware no mundo, ficando atrás apenas de Estados Unidos e Índia. E mais: 84% de todas as ofensivas cibernéticas na América Latina têm como alvo empresas brasileiras.
Não é alarmismo. É o relatório publicado na última terça-feira. Se você gerencia TI em uma empresa de médio ou grande porte, isso é sobre o seu ambiente.
O que está acontecendo agora
O grupo REDBIKE — identificado esta semana pela Google Cloud como a família de ransomware mais ativa do momento, responsável por quase 30% de todos os incidentes globais — está mudando de tática. Em vez de entrar pelo e-mail, os grupos estão explorando vulnerabilidades em equipamentos de rede.
Exemplo concreto: o ransomware Interlock está explorando ativamente a vulnerabilidade CVE-2026-20131, com pontuação CVSS 10.0 (risco máximo), em firewalls desatualizados — permitindo execução remota de código sem autenticação. Sem precisar de senha. Sem precisar enganar ninguém.
O que fazer agora — sem enrolação
FortiGate (NGFW): recebe atualizações automáticas de inteligência de ameaças via FortiGuard Labs em tempo real. Quando um novo vetor como o CVE-2026-20131 é identificado, a proteção é aplicada antes que o ataque chegue na sua rede.
FortiEDR: se alguma coisa passar pelo perímetro, detecta o comportamento anômalo e isola o dispositivo automaticamente — antes que o ransomware consiga criptografar um único arquivo.
A pergunta certa para fazer hoje
Seu firewall atual recebe atualizações automáticas de ameaças? Você saberia se alguém tentou explorar uma vulnerabilidade na sua rede ontem? Se a resposta for “não sei”, é hora de conversar.
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